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Já ouviu falar em síndrome do intestino irritável?

Conheça mais essa doença crônica

Essa síndrome do intestino irritável é mais comum do que você imagina. É uma doença crônica que afeta o intestino grosso (cólon) e exige um acompanhamento médico há longo prazo.

Causas

Nossas paredes dos intestinos são revestidas de músculos que se contraem e relaxam durante a passagem do alimento do estômago em direção ao reto. Nessa síndrome as contrações geralmente são mais fortes e duram mais tempo do que o normal, surgindo alguns sintomas como gases, diarreia e flatulência. Em alguns casos podem ocorrer sintomas ao contrário. As contrações intestinais podem ser mais fracas, retardando a passagem dos alimentos deixando as fezes mais endurecidas.

Ainda não se sabe exatamente o que leva o surgimento dessa doença, mas uma combinação de fatores podem influenciar como:

Alimentação

Algumas pessoas podem ter alergias ou intolerâncias alimentares que podem estar relacionadas a síndrome. Alguns alimentos como especiarias, chocolates, gorduras, feijão, frutas, repolho, brócolis, álcool, leite, bebidas com gases, entre outros alimentos costumam desencadear sintomas.

Estresse

Durante momentos de maior estresse, as pessoas com essa síndrome costumam ter a doença agravada.

Hormônios

Como a maioria dos pacientes que desenvolvem essa síndrome são mulheres, os médicos tentem há acreditar que as mudanças hormonais podem estar associadas a essa síndrome.

Outras doenças

Doenças como gastroenterite ou o crescimento excessivo de bactérias no intestino podem desencadear a síndrome do intestino irritável.

Os fatores de risco para ter a doença são associados os sintomas citados, além de idade superior a 45 anos e histórico familiar.

Alguns sintomas da Síndrome do intestino irritável

Os sintomas podem ser facilmente confundidos com outras doenças. Alguns dos sintomas são: sensação de inchaço, cólicas, dor abdominal, gases, constipação, diarreia e muco nas fezes.

Como se trata de uma doença crônica, a manifestação da doença pode ter períodos alternados da manifestação da mesma. Períodos com sintomas fortes outros com sintomas moderados e ainda pode haver períodos assintomáticos.

Procure observar os sintomas intestino irritável, suas periodicidades, os alimentos ingeridos antes do desencadeamento de uma crise, períodos hormonais entre outros fatores em que você perceba que há melhora e piora dos sintomas.

Quando procurar ajuda médica com esses sintomas já observados ficara mais fácil do médico realizar um diagnóstico correto, caso apareça sintomas incomuns como sangramento renal, perca de peso involuntária ou desidratação, procure um médico imediatamente.

As especialidades médicas

Os médicos especialista para tratar dessa síndrome é o gastroenterologista médico especializado no tratamento do aparelho digestivo, o clínico geral em um primeiro momento também pode realizar o diagnóstico e um tratamento.

O diagnóstico

Na maioria dos casos, o diagnóstico é realizado através da observação dos sintomas, existem poucos tipos de exames (testes) que podem ajudar nos diagnósticos.

Algumas medidas podem ajudar a descobrir o que alimentos podem causar os sintomas, durante uns dias retire alimentos à base de lactose da sua dieta e observe os sintomas, depois realize o teste com alimentos à base de glúten e assim por diante até que você consiga encontrar o grupo de alimentos que disparam os sintomas da síndrome.

Tratamento

Não existe um tratamento correto para a síndrome, todos os tratamentos são sintomáticos. O paciente deve introduzir uma quantidade maior de fibras na alimentação, evitar alimentos gaseificados, alimentos gordurosos, com glúten e lactose.

Atividades físicas regulares podem ajudar no controle dos sintomas, um consumo maior de líquidos na dieta também pode ajudar e principalmente mantenha uma dieta regular, com pequenas quantidades.

Complicações como hemorroidas podem surgir para pacientes portadores da síndrome do intestino irritável. Então sempre fique atento aos sintomas e observe quais são os gatilhos que desencadeiam os sintomas e procure evita-los ao máximo para que você possa ter um melhor controle da doença.

Para esse tipo de problema de saúde como muitos outros um bom acompanhamento é de extrema necessidade e para isso nada melhor do que um bom plano de saúde!

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